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Comparação Entre Psicólogos e Redes Sociais : Impactos Silenciosos na Carreira

  • Foto do escritor: Psicologia Viva Zen
    Psicologia Viva Zen
  • 3 de jan.
  • 1 min de leitura


As redes sociais se tornaram um espaço importante de divulgação profissional, mas também trouxeram novos desafios emocionais para os psicólogos. A comparação constante com colegas, números de seguidores, agendas cheias e discursos de sucesso pode gerar sentimentos de inadequação e fracasso.


É importante lembrar que as redes sociais mostram recortes cuidadosamente selecionados da realidade. Pouco se fala sobre dificuldades, instabilidades, dúvidas e processos longos de construção de carreira. Quando o psicólogo toma essas imagens como parâmetro absoluto, pode desvalorizar sua própria trajetória.


A comparação excessiva tende a afastar o profissional de suas escolhas autênticas. Em vez de construir uma prática alinhada aos próprios valores, o psicólogo pode tentar reproduzir modelos que não fazem sentido para sua clínica, apenas para “se encaixar” em um padrão aparente de sucesso.


Além disso, a pressão por exposição constante pode entrar em conflito com limites pessoais e éticos. Nem todo psicólogo se sente confortável em produzir conteúdo frequente, aparecer em vídeos ou compartilhar aspectos da vida profissional nas redes — e isso não diminui sua competência clínica.


Existem outras formas legítimas de construir visibilidade e captar pacientes, sem depender exclusivamente das redes sociais. Plataformas que fazem a ponte entre psicólogo e paciente permitem que o profissional seja encontrado pelo seu trabalho, e não pela sua performance online.


Reconhecer os impactos emocionais da comparação é um passo importante para preservar a saúde mental do psicólogo. Cada carreira tem seu ritmo, e sucesso em psicologia não é um conceito único ou universal.



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