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Ansiedade na Contemporaneidade : Compreensão Psicológica, Impactos na Saúde Mental e Possibilidades Terapêuticas

  • Foto do escritor: Psicologia Viva Zen
    Psicologia Viva Zen
  • há 7 dias
  • 2 min de leitura



Introdução



A ansiedade é uma das principais queixas clínicas na atualidade e um dos temas mais buscados por pacientes e profissionais da saúde mental. Embora seja uma resposta emocional natural, seu aumento em intensidade e frequência pode gerar sofrimento significativo.


Este artigo apresenta uma análise psicológica da ansiedade, considerando seus aspectos emocionais, sociais e clínicos.




Ansiedade como fenômeno psicológico



Do ponto de vista psicológico, a ansiedade está relacionada à antecipação de ameaças e à dificuldade de lidar com a incerteza. Ela envolve componentes cognitivos, emocionais, fisiológicos e comportamentais.


Na contemporaneidade, fatores como aceleração do tempo, hiperprodutividade e insegurança social contribuem para o aumento dos quadros ansiosos.




Ansiedade e saúde mental



Quando persistente, a ansiedade pode comprometer:


  • Qualidade do sono

  • Capacidade de concentração

  • Relações interpessoais

  • Desempenho profissional

  • Autoimagem



Esses impactos reforçam a importância de um olhar clínico cuidadoso e não patologizante.




O papel da psicoterapia



A psicoterapia oferece um espaço para:


  • Compreensão dos gatilhos emocionais

  • Elaboração de medos e inseguranças

  • Desenvolvimento de estratégias de regulação emocional

  • Ressignificação de experiências



O tratamento psicológico respeita a singularidade do sujeito e seu contexto de vida.




Ansiedade, medicalização e cuidado ético



Embora a medicação possa ser necessária em alguns casos, a psicologia destaca a importância de compreender o sofrimento para além do sintoma, evitando abordagens exclusivamente medicalizantes.




Considerações finais



A ansiedade é uma experiência humana complexa. O cuidado psicológico não busca eliminá-la completamente, mas ampliar a capacidade do sujeito de lidar com suas emoções de forma mais consciente e saudável.




Referências bibliográficas



  • Beck, A. T. (2013). Terapia Cognitivo-Comportamental. Artmed.

  • Barlow, D. H. (2002). Anxiety and its disorders. Guilford Press.

  • Bauman, Z. (2001). Modernidade líquida. Zahar.

  • Conselho Federal de Psicologia. (2019). Referências técnicas para atuação em saúde mental. CFP.



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